quinta-feira, 30 de setembro de 2010

E AÍ, VALEU A PENA?


Em dois anos, a seleção feminina viveu uma novela chata, com atores ruins e um roteiro mal amarrado, cheio de buracos. Resumindo ao máximo a linha do tempo, foi assim:

13 de junho de 2008 – Iziane se recusa a entrar em quadra e é cortada por Bassul.
4 de maio de 2009 – Carlos Nunes é eleito novo presidente da CBB.
5 de maio de 2009 – Hortência assume o basquete feminino com carta branca.
3 de março de 2010 – CBB abre mão de Bassul e contrata Carlos Colinas.
8 de junho de 2010 – Colinas convoca Iziane para jogar o Campeonato Mundial.

Nunes e Hortência, claro, garantiram na época que a volta da jogadora não tinha nada a ver com a saída do técnico-desafeto. Com desfecho que aconteceu, no entanto, nem preciso dizer quem teve o final feliz e o final triste na novela, né. Pois agora que Iziane disputou sua primeira competição sob o comando do novo treinador, cabe a pergunta inevitável: valeu a pena? E a resposta está na ponta da língua: não.

Em uma das maiores pedras cantadas da história recente do nosso basquete, Iziane atrapalhou mais do que ajudou no Mundial da República Tcheca, e Colinas fez o nível tático cair em relação ao antecessor. Com um agravante: o espanhol teve à sua disposição a pivô Érika, melhor jogadora do país, que não vestia a camisa do país desde 2006.

Não vou ficar aqui defendendo Bassul, até porque ele de fato não atravessava uma fase boa no comando da seleção – cometeu erros e foi criticado nas Olimpíadas. Mas o resultado da queda de braço entre o técnico e a estrela foi nocivo para o Brasil. Colinas não conseguiu sequer desenhar jogadas para Érika, que só recebia lançamentos em balão e tinha que se virar para pontuar – e ela dava um jeito, grandíssima jogadora que é, o que evitou um vexame ainda maior.

Se ao menos Iziane tivesse resolvido a parada, beleza. Mas ela só jogou alguma coisa nas duas últimas partidas, quando uma possível classificação às quartas já era vista como milagre. E mesmo após essas boas atuações, fechou o torneio com aproveitamento abaixo da crítica nos arremessos: 38% nos tiros de dois, 32,4% nos de três, 65% nos lances livres. Imagine então como eram esses números antes das duas rodadas finais.

Dito isso, volto a perguntar: valeu a pena?

20 comentários:

jdinis disse...

Concordo inteiramente e NÃO VALEU A PENA MESMO!

Com Bassul tínhamos um time, com Iziane e Colinas é um bando em quadra. Bassul foi mal nas Olimpíadas mas depois se acertou.

E o pior: tirar o Bassul por conta de uma jogadora bem "mais ou menos" e indisciplinada. Iziane está longe, MUITO LONGE, de ser a craque que pensa que é. Érika sim é a melhor jogadora dessa geração.

E agora?

Colinas deve sair (TEM QUE SAIR!) e o que acontece?

Hortência vai dar o braço a torcer e voltar com o Bassul?

Como fazer uma renovação se não temos grandes jogadoras surgindo?

Dá tempo de mudar tudo na base patra 2016? E 2012?

Anônimo disse...

Erika tem qts anos? Precisamos dela!

Anônimo disse...

meu deus ....
qual a cigana que disse que disse pra iziane joga basquete.
o cognitivo dela é zero.
aqui jogadoras como ela são chamadas de peladeira.....
só corta pra direita, mecânica de arremesso horrível...
o que salva ela é a força física e velocidade, pq os fundamentos são limitados..

Diego disse...

valeu a pena sim...as seleções brasileiras tem que ter técnico estrangeiro...pq os técnicos brasileiros disponiveis são simplesmente um lixo

Anônimo disse...

O BASSUL na verdade saiu ganhando, pois aguentar Hortência e Janeth deve ser barra ( Tanta incompetência junto não dá ).Iziane valeu.!!! Você provou o quanto o Basssul estava certo.Janeth , Dona Hortência e Colinas . Jogando a culpa somente nas jogadoras, lavam as mãos . Sinto pena do nosso basquete feminino.

Christian disse...

Não acho que o Bassul tenha ido tão mal nas olímpiadas, é preciso lembrar que a Alessandra estava fora por divergências com a CBB, a Hellen também e mais algumas jogadoras que pediram para sair depois do mundial de 2006 e voltaram com a chegada da Hortência. Pergunta que se pode fazer também é os dois técnicos da seleção foram trocados, será que a CBB do Carlos Nunes não queria profissionais contratados pelo Grego??? No caso do masculino a troca foi positiva, no feminino a CBB insistiu com a troca mesmo sem nenhum técnico de gabarito a disposição, o Colinas era uma aposta muito arriscada que deu com burros n'água. Agora e voltar a estaca zero e começar de novo.

Anônimo disse...

Com Iziane, sem Iziane, não importa! O técnico é ridiculo mesmo, mas não vamos nos iludir...depois da morte da nossa geração de 90 até 2006, não temos mais grandes jogadoras, com exceção da Érika. Nosso time é ruim mesmo,nada muito melhor q isso q apresentou!!

Alexandre Estefan disse...

Só uma lembrança, o Bassul não tinha que ter aceitado a imposição de aceitarr a Iziane quando a Hortência impôs, tinha que ter entregado o cargo ali.
Lembrando que a Iziane ainda esnobou a convocação e não veio.
Espero que ele tenha aprendido com a situação.
E ao meu ver, o erro do Bassul a frente da seleção foram as trocas incessantes durante a partida, uma rotação a cada 2 minutos.

Anônimo disse...

Olá Rodrigo e amigos inauguro seu novo endereço com comentário ao meu estilo, longo rsrsrs.

Gostaria ponderar essa questão por outro lado.

Tenho acompanhado os comentários aqui sobre o feminino e a maioria gira em torno dessa questão da Iziane e do Colinas.

Sempre tive posição aqui, que parece um pouco radical , mas não é e explico.

Sobre o basquete e falta de estrutura que não forma jogadores e jogadoras com o mínimo de fundamento e nenhuma (zero) leitura de jogo .

No masculino ainda temos sorte de ter tido uam geração que conseguiu se sobressair ao menos no exterior com otipo de treinamento de lá.

Mas o feminino como a Magic Paula sempre cansou de dizer aqui, sempre houve pouco investimento e abandono.

Esses aspectos passam não só pela formação do atleta mas também do indivíduo.

Embora as pessoas não queiram exergar: Qual individuo temos fomado na sociedade hoje? Qual educação esportiva temos nas escolas início de qualquer bom atleta de elite no mundo?

Nenhuma, e o basquete como qualquer outro esporte no Brasil exceto o voley, teve ou tem um projeto nacional de médio e longo prazo e já faz tempo.

Então o queriam?

Já faz tempo que não formamos boas jogadoras, não vou nem falar nível de Hortencia Paula e Janete.

Mas será que um pais com essas dimensões não teria como produzir algo melhor do que tem feito?

Os fatos falam por si só, qual foi a última atleta de grande nível revelada pelo basquete Brasil?

Chamo a atenção que estamos sempre sonhando no masculino ou no femininoo que técnicos credenciados ou estrangeiros cheguem e resolvam ou amenizem nossos problemas dentro de quadra.

Mas quero lembrar, isso é uma herança Sebastiana que temos de nosso irmãos lusitanos, a eterna esperança do salvador da pátria que aparecerá ou retornará para nossa redenção.

Não existe isso no Brasil, precisamos urgente de uma política esportiva associada a educação e formação do cidadão, que possa pensar dentro de uma quadra, alem do técnico, que possa definir alem das estruturas táticas ou dentro delas.

Não temos, pois não sequer fomação de técnicos aqui no território nacional, que por sua vez não tem estrutura, sendo que os que tem acesso ao mínimo é sempre um mesmo grupinho.

Aí eu pergunto será que esse grupinho estaria interessado em se olhar com autocrítica sem pensar que se trata de uma caça as bruxas e perder os privilégios:

Admitiriam inclusive sua
repsonsabilidade na involução do basquete no Brasil?

Bassul e outros do establishment do esporte deveriam era ter pensado nisso em todos esses anos que estão envolvidos e nada produziram de efetivo.

Por isso, peço a todos que olhem para estrutruras, olhem para situação global do basquete, pois verão que de quem estamos falando os que menos tem culpa são Iziane e Colinas.

As relações sociais no caso esportivas (ambiente esportivo basquete) em que estamos inseridos, atletas, técnicos, direção, estrutura, tem influenciado negativamente na formação de jogadores e técnicos que temos hoje.

Todos eles são filhos dessa estruturas ou falta de estrutura e projeto de educação e esporte.

Temos uma Olimpiadas em 2016, e nehum projeto iniciado, que já deveriam ter iniciados há tempo, desde quando se tinha epesranças trazer esse tipo de evento.

Espero que não tenhamos que importar atletas, e isso não e nenhum sem ranço anti-estrangeiros, mas seria lamentável tal situação e só.

Atestaria que enquanto discutimos, o momento, esquecemos o futuro, e que o presente é reflexo de um passado, no caso do basquete brasileiro que todos conhecem mas não tem coragem de rever.

Por que?

Com palavras dirigentes, técnicos e jogadores.

Abraços

Sandro

Anônimo disse...

O povo mete o pau na Iziane, mas me digam qual a jogadora (tirando a Érica, claro) q fazia cestas nesse mundial?

Jorge MP

Anônimo disse...

Ela é a segunda cestinha do Brasil em média de pontos (14,9), sendo também a que mais bolas finalizou (93 arremessos de quadra para converter 34).
Só tem um PEQUENO DETALHE!!! Ela é apenas o oitavo FG da equipe (36,6%) o que faz dela uma grande cara de pau por arremessar tanto para pontuar a qualquer preço...

Anônimo disse...

claro que ninguém mais fazia, a iziane nao passava a bola pra ninguém......kkkkkkkkk ela queria fazer todas, olha a estatistica.

Anônimo disse...

Sim o aproveitamento dela foi baixo, mas galera NINGUÉM ia pra cesta no 5 contra 5.
Repudio as atitudes dela, mas é duro ver q se não fosse por ela não ganharíamos nem do Japão...

Jorge MP

Anônimo disse...

Cara... falou Iziane 5 vezes nesse post, alé dos "elas". Por Favor, acha que uma jogadora é responsável pela péssima campanha de um time? Tem certeza que tu sabe o que fala? Ou tem consciência do que diz?
Uma jogadora não é responsável sozinha por um grupo de 12 mais os técnicos!
Não creio que Iziane seja culpada, o técnico sim, contribui muito para esta campanha indesejada.
Lembrando, Iziane pagou pelo erro do Pré-olínpico não jogando nas olimpíadas, é um preço justo, não acham?

ps. não sou um defensor dela, só que nessa ocasião não a acho culpada de nada, e sim mais uma das responsáveis.

Anônimo disse...

Quando eu falei estrutura acima é porque acredito que não adianta discutir os frutos sem dicutir as sementes e as arvores.
Por quê existe os Bassuls? Por quê existe as izianes? Por quê precisamos de técnicos estrangeiros hoje?

Por quê não produzimos mais Paulas, Hortências Janetes?

Lembrem-se que antes produzimos Maria Helenas, Norminhas, etc

Por que não geramos mais grandes jogadores não individualmente falando (para não desconsiderar o valor individual da própria iziane ou mais ainda da Érica)?

O buraco é mais embaixo mas as pessoas insistem em esperar que a solução venha em trabalhos miraculosos de 2 ou 3 meses, corrigindo desmandos, falta de projetos que já vem há muito tempo.

Pergunto qual foram as grandes revelações das NLBs ?

Quem pode enumerar um técnico revolucionário ou promissor?

E a NLB feminina? Existe?

Estou falando de dois anos e não produzimos nada disso, mas pior seria se pensassemos as quase últimas duas décadas desde do mundial de 94 no caso feminino;

E no masculino, que ainda vemos alguns destaques, vale , lembrar que quase todos esses jogadores com nome hoje o fizeram no exterior aprendendo lá fundamentos do jogo que todos nós sabemos outros paises ensinam nas escolas.

Hoje nossas escolas nem quadras tem, quando tem a primeira coisa que quebram são os aros e tabelas. As universidades públicas não investem em esportes e as particulares, só constroem prédios, fora algumas excessões.

Não há projeto de esporte que obrigue esse tipo de investimento aliado a educação, então querem educar e ensinar o jogo com atletas quase adultos?

O basquete com sua arrogancia de seus homens fortes, não consegue olhar para seu umbigo e aprender com lições do volei.

O volei não começou sua estrutura ganhando o feminino mal ganhava da Argentina ou do Peru quase nunca, o masculino jamais ganhava de Cuba, ou algum tíitulo, mas manteve um planejamento um incentivo a pratica do esporte, massificando numa mídia, mesmo perdendo, aprendendo com outras nações fortes nesse esporte (União Sovietica, EUA asiáticos, etc);

O basquete quer vencer sem estrutura e depois se consolidar ou retornar ao topo, ou seja quer ter frutos sem plantar sementes , e regá-las.

O basquete considero um esporte sem dúvidas mais espetauclar que o volei, mais atrativo, e emocionante e imprevisível, mas as pessoas não conseguem torná-lo atrativo na mídia, por querem faze-lo de cima para baixo, com vitórias imediatas, por isso contratam tecnicos de ocasião, sejam estrangeiros ou não, eles não são milagreiros;

Ao invés de discutir Izianes poque não discutir amplamente um basquete, ou um (des)projeto esportivo que produz Izianes?

abraços

Sandro

Anônimo disse...

Quando eu falei estrutura acima é porque acredito que não adianta discutir os frutos sem dicutir as sementes e as arvores.
Por quê existe os Bassuls? Por quê existe as izianes? Por quê precisamos de técnicos estrangeiros hoje?

Por quê não produzimos mais Paulas, Hortências Janetes?

Lembrem-se que antes produzimos Maria Helenas, Norminhas, etc

Por que não geramos mais grandes jogadores não individualmente falando (para não desconsiderar o valor individual da própria iziane ou mais ainda da Érica)?

O buraco é mais embaixo mas as pessoas insistem em esperar que a solução venha em trabalhos miraculosos de 2 ou 3 meses, corrigindo desmandos, falta de projetos que já vem há muito tempo.

Pergunto qual foram as grandes revelações das NLBs ?

Quem pode enumerar um técnico revolucionário ou promissor?

E a NLB feminina? Existe?

Estou falando de dois anos e não produzimos nada disso, mas pior seria se pensassemos as quase últimas duas décadas desde do mundial de 94 no caso feminino;

E no masculino, que ainda vemos alguns destaques, vale , lembrar que quase todos esses jogadores com nome hoje o fizeram no exterior aprendendo lá fundamentos do jogo que todos nós sabemos outros paises ensinam nas escolas.

Hoje nossas escolas nem quadras tem, quando tem a primeira coisa que quebram são os aros e tabelas. As universidades públicas não investem em esportes e as particulares, só constroem prédios, fora algumas excessões.

Não há projeto de esporte que obrigue esse tipo de investimento aliado a educação, então querem educar e ensinar o jogo com atletas quase adultos?

O basquete com sua arrogancia de seus homens fortes, não consegue olhar para seu umbigo e aprender com lições do volei.

O volei não começou sua estrutura ganhando o feminino mal ganhava da Argentina ou do Peru quase nunca, o masculino jamais ganhava de Cuba, ou algum tíitulo, mas manteve um planejamento um incentivo a pratica do esporte, massificando numa mídia, mesmo perdendo, aprendendo com outras nações fortes nesse esporte (União Sovietica, EUA asiáticos, etc);

O basquete quer vencer sem estrutura e depois se consolidar ou retornar ao topo, ou seja quer ter frutos sem plantar sementes , e regá-las.

O basquete considero um esporte sem dúvidas mais espetauclar que o volei, mais atrativo, e emocionante e imprevisível, mas as pessoas não conseguem torná-lo atrativo na mídia, por querem faze-lo de cima para baixo, com vitórias imediatas, por isso contratam tecnicos de ocasião, sejam estrangeiros ou não, eles não são milagreiros;

Ao invés de discutir Izianes poque não discutir amplamente um basquete, ou um (des)projeto esportivo que produz Izianes?

abraços

Sandro

Anônimo disse...

Quando eu falei estrutura acima é porque acredito que não adianta discutir os frutos sem dicutir as sementes e as arvores.
Por quê existe os Bassuls? Por quê existe as izianes? Por quê precisamos de técnicos estrangeiros hoje?

Por quê não produzimos mais Paulas, Hortências Janetes?

Lembrem-se que antes produzimos Maria Helenas, Norminhas, etc

Por que não geramos mais grandes jogadores não individualmente falando (para não desconsiderar o valor individual da própria iziane ou mais ainda da Érica)?

O buraco é mais embaixo mas as pessoas insistem em esperar que a solução venha em trabalhos miraculosos de 2 ou 3 meses, corrigindo desmandos, falta de projetos que já vem há muito tempo.

Pergunto qual foram as grandes revelações das NLBs ?

Quem pode enumerar um técnico revolucionário ou promissor?

E a NLB feminina? Existe?

Estou falando de dois anos e não produzimos nada disso, mas pior seria se pensassemos as quase últimas duas décadas desde do mundial de 94 no caso feminino;

E no masculino, que ainda vemos alguns destaques, vale , lembrar que quase todos esses jogadores com nome hoje o fizeram no exterior aprendendo lá fundamentos do jogo que todos nós sabemos outros paises ensinam nas escolas.

Hoje nossas escolas nem quadras tem, quando tem a primeira coisa que quebram são os aros e tabelas. As universidades públicas não investem em esportes e as particulares, só constroem prédios, fora algumas excessões.

Não há projeto de esporte que obrigue esse tipo de investimento aliado a educação, então querem educar e ensinar o jogo com atletas quase adultos?

O basquete com sua arrogancia de seus homens fortes, não consegue olhar para seu umbigo e aprender com lições do volei.

O volei não começou sua estrutura ganhando o feminino mal ganhava da Argentina ou do Peru quase nunca, o masculino jamais ganhava de Cuba, ou algum tíitulo, mas manteve um planejamento um incentivo a pratica do esporte, massificando numa mídia, mesmo perdendo, aprendendo com outras nações fortes nesse esporte (União Sovietica, EUA asiáticos, etc);

O basquete quer vencer sem estrutura e depois se consolidar ou retornar ao topo, ou seja quer ter frutos sem plantar sementes , e regá-las.

O basquete considero um esporte sem dúvidas mais espetauclar que o volei, mais atrativo, e emocionante e imprevisível, mas as pessoas não conseguem torná-lo atrativo na mídia, por querem faze-lo de cima para baixo, com vitórias imediatas, por isso contratam tecnicos de ocasião, sejam estrangeiros ou não, eles não são milagreiros;

Ao invés de discutir Izianes poque não discutir amplamente um basquete, ou um (des)projeto esportivo que produz Izianes?

abraços

Sandro

Luis Gustavo disse...

Tb nao adianta botar a culpa so nela.

Chauncey Billups tem 41% de FG na carreira,Jason Kidd tb

38% nao é catastrofe.

Anônimo disse...

Volta Bassullllllllllll!!!

Anônimo disse...

ANONIMO

RODRIGO,MANDA O COLINAS FAZER UM CURSO COM O BARBOSA,PARA APRENDER COMO SE UTILIZA JOGADORA 5DE UMA PESQUIZADA,NAS PERFORMANCES DA ALESSANDRA,NA ERA "BARBOSIANA"!